segunda-feira, 4 de abril de 2011

Conheça a trajetória musical dos jurados da 6ª Manoca do Canto Gaúcho


Conheça a trajetória musical dos jurados da 6ª Manoca do Canto Gaúcho

DANIEL BARCELOS PETRY

Daniel Petry já foi premiado na Manoca
Daniel Barcelos Petry é natural de São Gabriel. Tem relação íntima com a música, área onde atua como músico, compositor, arranjador. Já foi premiado em vários festivais nativistas do estado como o Canto da Terra e Estância da Canção Gaúcha, de São Gabriel; Gauderiada da Canção, de Rosário do Sul e 3ª Manoca do Canto Gaúcho, de Santa Cruz do Sul, onde foi premiado na fase local com o 1º lugar e na fase nacional com a música mais popular na canção As luzes da tapera

Também participou de gravações para a televisão como o programa Galpão Crioulo, da RBS e Galpão Nativo, da TVE. Ao violão, acompanhou diversos artistas da música nativista como Jader Duarte, Luciano Rodrigues, Matheus Leal, Irmãos Marques, Jean Kirchoff e Ita Cunha, Juliano Javoski entre outros. Reside há sete anos em Santa Cruz do Sul.

Conheça a trajetória musical dos jurados da 6ª Manoca do Canto Gaúcho

JUCA MORAES

Juca Moraes é um dos compositores mais
destacados do cenário nativista
Neste domingo, trazemos um pouco da trajetória do jurado Juca Moraes. Natural de Bagé, hoje reside em Cruz Alta. Iniciou em 1988 nos festivais nativistas. O primeiro foi a Jerra da Canção Nativa, de Santa Vitória do Palmar. Possui cerca de 400 composições gravadas entre festivais nativistas e conjuntos musicais, além de possuir quatro discos – Autores Gaúchos (Usadiscos); Pedaço de céu;Minhas taperas (Public Connection) eSangue (Soluções Culturais Luna).


Pelos festivais nativistas, tem participação efetiva como letrista na maioria dos eventos do Rio Grande do Sul – também participou de festivais nos estados do Paraná, Santa Catarina e Tocantins. Alcançou diversas premiações, com destaque para: 1º Lugar na Linha Nativista e 2º Lugar Geral na 14ª Coxilha Nativista de Cruz Alta; 1º Lugar na 7ª Ramada da Canção Nativa de Encruzilhada do Sul; 1º Lugar no 20º Festival da Musica Crioula de Santiago; 1º Lugar no 22º Festival da Musica Crioula de Santiago; 1º Lugar no 5º Gruta em Canto de Nova Esperança do Sul; 1º Lugar no 3º Canto Missioneiro de Santo Ângelo RS; 3º Lugar na 29ª Coxilha Nativista de Cruz Alta; 2º Lugar no 3º Acorde da Canção Nativa de Camaquã; 2º Lugar 8º Canto do Ibicuí de Manoel Vianna; 2º Lugar e Melhor Letra no 7º Candeeiro de Restinga Seca; Melhor Letra sobre atualidade no 15º Carijó de Palmeira das Missões; 2º Lugar e Melhor Tema no Canto da Lagoa de Encantado; 2º Lugar na Guyanúba de Sapucaia do Sul; 2º Lugar no Festival da Canção Nativa de Arambaré; 2º Lugar na Sapecada da Canção de Lages SC; 2º Lugar no Grito do Nativismo de Jaguari; 2º Lugar no Festival Estadual da, Canção de Tocantins, além de diversas premiações de Música Mais Popular.

Outro ponto de sua carreira refere-se aos trabalhos gravados por diversos conjuntos musicais e artistas regionais como Garotos de Ouro (dois Discos de Ouro e um de Platina), Monarcas (Disco de ouro), Gurizada Medonha, Oiga Tchê-PR, Grupo Galpão-SC; Os Caudilhos; Raça Fandangueira-SC; Ivonir Machado; Délcio Tavares; César Passarinho; Pirisca Grecco; Jorge Freitas; Nilton Ferreira, entre outros.

Na literatura, em 2007, foi incluído no Projeto Oficinas da paz, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, onde ministrou oficinas de literatura em vários municípios gaúchos, Porto Alegre, Santa Maria, Uruguaiana, São Borja, Santa Cruz do Sul,etc.

Bibliografia:

“Entreverando” – 1988
“Quintal de sonhos” – 1990
“Nossos poetas” – Coletânea (organização) 1992
“Terra de Erico Veríssimo” – Coletânea  (Organização) – 1997
“Na hora do mate” – Poemas Musicados – 1997
“In versos” - 2007

Além da participação em diversas coletâneas – onde destaca-se: Coletânea da Poesia Gaúcha – da Assembléia Legislativa – organizada por Dilan Camargo.

01/04/2011

Conheça a trajetória musical dos jurados da 6ª Manoca do Canto Gaúcho

MARTIM CÉSAR GONÇALVES

O trabalho de Martim César Gonçalves tem relação muito 
próxima com os países vizinhos, como o Uruguai
Outro grande nome do nosso estado convidado a integrar o corpo de avaliadores da 6ª Manoca do Canto Gaúcho em suas fases local e nacional é o poeta Martim César Gonçalves. Nascido em Jaguarão, fronteira com o Uruguai, foi vencedor do primeiro concurso nacional de poesia Rua dos Cataventos da Sociedade Mario Quintana de Poesia, com poema "Da terra... o mar..." e também do segundo concurso da mesma entidade, com o poema "Quando os índios invadiram a Europa".

Também foi vencedor (como letrista) do 3° Círio Interuniversitário Riograndense, em Pelotas, com a música "Chacarera Libertária" bem como vencedor do 1° Festival Nacional da Reforma Agrária, com a música "Procissão dos Retirantes" além de outras premiações paralelas em diversos outros festivais.

Autor dos livros Poemas Ameríndios Poemas do Baú do Tempo, e da peça Don Quixote de La Mancha (adaptação da obra de Miguel de Cervantes) e Dez Sonetos Delirantes e um Quixote sem Cavalo. Em festivais, destaque para a conquista na Ramada de Encruzilhada do Sul com a canção Quem traz no olhar  uma saudade e do 1° Laçador da Canção de Porto Alegre com a canção Paisano, este rio sou eu.

Co-autor dos trabalhos discográficos Caminhos de si, Maria Conceição canta Martim César e Paulo Timm e Canções de armar e desarmar. De forma recente, Marco Aurélio Vasconcellos interpretou suas composições em parceria com Paulo Timm no disco Da mesma raíz. Martim César também atuará como palestrante na 1ª Manoca Poética, assim como avaliador do concurso de poesias inéditas.

Conheça a trajetória musical dos jurados da 6ª Manoca do Canto Gaúcho

RAINERI SPOHR

Raineri Spohr é um dos cantores mais premiados nos últimos anos
Um dos músicos mais premiados na atualidade da música nativista, Raineri Spohr também é um dos jurados desta edição da Manoca O cantor de Dom Pedrito tem 29 anos e começou sua carreira musical cantando em festivais amadores desde os 13 anos. Em 1996, a Gauderiada da Canção Gaúcha, em Rosário do Sul, foi a sua primeira participação em festivais. Desde então, Raineri é nome atuante nos principais festivais da música nativista do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Esteve em palcos importantes como Ponche Verde da Canção, Um canto para Martin Fierro, Aldeia da Música do Mercosul, Estância da Canção Nativa, Laçador do Canto Nativo, Bicuíra da Canção, Canto das Invernias, Galponeira de Bagé, Canto sem Fronteira, Vigília do Canto Gaúcho, Reponte da Canção, Reculuta da Canção Crioula, Festival da Música Crioula de Santiago, Grito do Quero- Quero da Canção Nativa, Capela da Canção Nativa, Califórnia e Manoca do Canto Gaúcho.

Possui parcerias registradas com grandes nomes da nossa música como Edilberto Bérgamo, Xirú Antunes, João Sampaio, Guilherme Collares, Jari Terres, Joca Martins, Lucio Yanel, Robledo Martins, Marcelo Oliveira, Júlio Froz, Cristian Davesack, Ricardo Martins, Zeca Alves, Diogo Corrêa, Rui carlos Avila,Luis Clovis Girard, Marcio Correa, Fábio Peralta, Eduardo Soares, Zé Renato Daudt, Fabrício Harden,  Egbert Parada, Rodrigo Maia, Maykell Paiva entre outros.

Raineri destaca-se atualmente na música regional gaúcha por ser um intérprete com timbre e potencial de voz forte, diferenciado e de dicção clara. Ultimamente tem conquistado espaço e admiração nos festivais onde participa. Conquistou premiações de melhor intérprete nos mais importantes festivais do sul  brasileiro. Em 2009, representou o Brasil no festival Orija del lago, no Uruguai.
Cursou dois anos da faculdade de música na Ufpel,  no Bacharelado em Canto. Além de diversas participações em discos de artistas gaúchos, ultimamente trabalha na divulgação do seu primeiro trabalho Por campo e galpões, que traz composições de sua autoria em parceria com grandes poetas e compositores do cenário musical nativista.

Suas conquistas mais recentes são na 18ª Sapecada da Canção Nativa, de Lages-SC, em que venceu com a música Até o fim dos meus dias, de Eduardo Muñoz e Hélvio Luis Casalinho, em junho de 2010, que foi ainda melhor letra e melhor melodia. Também foi o melhor intérprete e terceiro colocado com a música Um tango com a lua. Em 2011, ficou em segundo na Comparsa da Canção, em Pinheiro Machado, com a música A ti guitarra, de Nelson Souza e Vinícius Leite. No mesmo festival, foi o melhor intérprete.
Participações marcantes na Manoca do Canto Gaúcho

Na Manoca, participou pela primeira edição em sua terceira edição, interpretando duas composições: No sul do meu país e Guitarreiro. Nesta edição, conquistou o primeiro lugar na composição Quando o rio é um triste poeta das cheias, com letra de Xirú Antunes e música do próprio Raineri, tendo a interpretação de sua esposa Daniele Rosa. Raineri também arrematou o troféu de melhor poesia com esta composição.

Já na 4ª Manoca, Raineri obteve a o troféu de melhor intérprete juntamente com André Teixeira. Na 5ª Manoca, Raineri Spohr interpretou a composição Um horizonte e outros mais, com letra de João Stimamilio Santos e música de sua autoria. Esta composição foi a campeã desta edição do festival.

29/03/2011

Conheça a trajetória musical dos jurados da 6ª Manoca do Canto Gaúcho

ÂNGELO FRANCO
Ângelo Franco tem raízes missioneiras expostas em sua musicalidade





O cantor nativista Ângelo Franco é de São Luiz Gonzaga. Além de ser intérprete, também atua como compositor, participante ativo do movimento nativista desde a década de 80, sendo que, no inicio dos anos 90, passou a ter destaque, com diversas premiações.

São mais de 350 músicas gravadas, entre composições e interpretações próprias. Possui  três discos gravados: O primeiro intitulado Coplas de um gaúcho brasileiro, lançado de forma independente e o segundo com o título Eu sou gaúcho, pela gravadora Usadiscos, no qual expõe além da larga experiência como intérprete, a sua versatilidade na arte da composição de letras e melodias.

O mais recente é o trabalho De onde venho, onde as músicas mais recente de sau carreira foram registradas. Ângelo Franco também faz parte do projeto Buenas e M’espalho, que reúne quatro dos mais consagrados e premiados artistas do movimento dos festivais do sul do Brasil (Ângelo Franco, Cristiano Quevedo, Shana Muller e Érlon Péricles). O único trabalho lançado, A bombacha da modernidade, foi premiado pelo Prêmio Açorianos.

Ângelo Franco se define como um músico de raíz, que mescla no novo o que se perdeu no caminho do passado até aqui. Tem premiações nos principais palcos de festival em seu currículo. Coxilha Nativista (Cruz Alta), Califórnia da Canção Nativa (Uruguaiana), Reponte da Canção (São Lourenço do Sul), Tafona da Canção (Osório), Aldeia da Música do Mercosul (Gravataí), Minuano da Canção Nativa (Santa Maria), Ronda Internacional de São Pedro (São Borja), Canto sem Fronteira (Bagé), Seara da Canção (Carazinho), Moenda da Canção (Santo Antonio da Patrulha), Canto da Lagoa (Encantado), Grito do Nativismo (Jaguari), Vigília do Canto Gaúcho (Cachoeira do Sul), Festival da Música Crioula(Santiago), Círio Universitário Internacional (Pelotas), Musicanto Internacional (Santa Rosa),Sapecada da Canção Nativa (Lages), Nevada da Canção (São Joaquim-SC).

Ângelo Franco integra o projeto Intercâmbio Cultural, que tem o objetivo de difundir e integrar a cultura popular brasileira. Criado pelo músico mineiro Victor Batista, o projeto foi lançado no mês de julho de 2008, no Rio Grande do Sul, tendo Ângelo Franco como um dos promotores do projeto. O artista tem realizado turnês pelos estados integrantes do mesmo (Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia e Maranhão), para divulgar a cultura regional gaúcha.

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